Podemos ser educadores, formadores de opinião e segregadores?
Educar requer do profissional a paixão. Mais que um cargo, nos faz norteadores de valores numa sociedade tão bombardeada por ideologias competitivas.
Destarte, o ensino, especialmente na educação inclusiva, requer do professor um olhar também especial, preparando os alunos para a aceitação e inclusão do direfente.
Dificil mesmo será aliar a teoria, tão utópica à pratica cotidiana, sem estruturas ou políticas públicas que auxiliem o professor nesta tarefa.

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