No ano de 2012, atuava numa escola da periferia, em uma sala com
pelo menos 70% dos alunos com diferentes dificuldades de aprendizagem, se comparadas às
crianças de mesma idade. Um desafio imenso para mim, que sempre fui muito
exigente. Ao final do ano letivo, festejei o imenso desenvolvimento de cada
criança, tanto individualmente quanto no processo de inclusão de suas
dificuldades, bem como das deficiências de seus companheiros. Crianças ora
segregadas numa mesma sala, puderam se orgulhar de cada conquista :). Agradeço
ao apoio dos professores AEE, bem como da fonoaudióloga, psicóloga, e
assistente social da Rede de São Bernardo, especialistas estes que me ajudaram
nesta árdua tarefa.
Atribuo grande parte desta conquista ao
desenvolvimento das NTICS utilizadas em sala de aula, especialmente
desenvolvendo atividades com os netbooks, que os alunos amavam e melhoravam
seus desempenhos, sendo desafiados de forma lúdica, especialmente com
jogos dirigidos.
Em 2013, na EMEB Júlio de Grammont, uma escola da
região central e com um laboratório de informática excelente, venho
desenvolvendo projetos no primeiro ano inicial, que prioriza a alfabetização.
Os resultados satisfatórios são aliados às meninas do laboratório e à AEE,
aprimorando minha experiência com associação aos diversos recursos
aprendidos no curso de Formação
Continuada de Professores em Tecnologias de Informação e Comunicação Acessíveis
do Núcleo de informática da educação especial da UFRGS.