sexta-feira, 2 de agosto de 2013

quarta-feira, 10 de julho de 2013

As Tecnologias acessíveis e novos paradigmas para a educação

Na constituição inicial deste blog, uma das exigências para o curso NIEE de tecnologias da informação e comunicação acessíveis, eu me considerava usuária experiente das NTDICs.
Entretanto, em contato com formadores, cursistas e com o vasto material oferecido pelo curso, observo que tamanha experiência não tem significado se os recursos e tecnologias não forem usados em prol da inclusão.

É necessário, na era da globalização, uma mudança de valores, erradicação das concepções segregadoras, visando o direito ao acesso de todas das pessoas a esses recursos... Hoje, escrevo pensando na acessibilidade, tão necessária.


Há algum tempo, como citei anteriormente, tenho me aprimorado em técnicas de alfabetização com jogos, softwares educacionais e OA, aliados aos netbooks. Nos últimos meses, o contato com vasto material tem me propiciado o cuidado de planejar conteúdo, com fornecimento de momentos de aprendizagem lúdica.


No vídeo que se segue, ilustro resumidamente o trabalho em parcerias produtivas, com retomada de conteúdos para crianças com limitações de aprendizagem. A formação do educador é tão importante para a inclusão quanto a formação para a "plena" cidadania.



Inclusão para a cidadania
Para compreender as necessidades diferenciadas de aprendizagem, precisamos de um olhar diferenciado. As tecnologias só serão acessíveis se mudarmos nossos paradigmas, focarmos em nossa formação e em prol da aprendizagem inclusiva, facilitando o "acesso aos recursos acessíveis".

Os OA favoritos para utilização nas diversificadas com netbooks ou no laboratório:

GCOMPRIS  - Software re educacional que apresenta diferentes atividades para crianças de 2 a 10 anos de idade. Utilizado nos nets.
SEBRAN - matemática e lingua portuguesa
MINISEBRAN - matemática e lingua portuguesa básico
JCLIC - plataforma para a criação, reprodução e avaliação de atividades educacionais multimídia, desenvolvidos em Java.
BRAINSBREAKER - transformação de fotos ou imagens em quebra-cabeças
ARIE: Alfabetização e estratégia
ARIE NA ESCOLA(2): alfabetização


Links com objetos de aprendizagem:

Educacionais livres: http://www.wartoft.nu/software/
Seleção de softwares livres para educadores e educandos. http://www.best-freeware.com/ 

domingo, 5 de maio de 2013

Projetos e concretos


No ano de 2012, atuava numa escola da periferia, em uma sala com pelo menos 70% dos alunos com diferentes  dificuldades de aprendizagem, se comparadas às crianças de mesma idade. Um desafio imenso para mim, que sempre fui muito exigente. Ao final do ano letivo, festejei o imenso desenvolvimento de cada criança, tanto individualmente quanto no processo de inclusão de suas dificuldades, bem como das deficiências de seus companheiros. Crianças ora segregadas numa mesma sala, puderam se orgulhar de cada conquista :). Agradeço ao apoio dos professores AEE, bem como da fonoaudióloga, psicóloga, e assistente social da Rede de São Bernardo, especialistas estes que me ajudaram nesta árdua tarefa.
Atribuo grande parte desta conquista ao desenvolvimento das NTICS utilizadas em sala de aula, especialmente desenvolvendo atividades com os netbooks, que os alunos amavam e melhoravam seus desempenhos, sendo desafiados de forma lúdica, especialmente com jogos dirigidos.


Em 2013, na EMEB Júlio de Grammont, uma escola da região central e com um laboratório de informática excelente, venho desenvolvendo projetos no primeiro ano inicial, que prioriza a alfabetização. Os resultados satisfatórios são aliados às meninas do laboratório e à AEE, aprimorando minha experiência com associação aos diversos recursos aprendidos no curso de Formação Continuada de Professores em Tecnologias de Informação e Comunicação Acessíveis do Núcleo de informática da educação especial da UFRGS.


Rede de São Bernardo e a inclusão de portadores de deficiência auditiva
Leciono no ensino fundamental da cidade de São Bernardo do Campo, que tem como slogan: "governo da inclusão". Há projetos como o de inclusão de crianças, jovens e adultos com deficiência auditiva nas Escolas Municipais de Educação Básica (Emebs) da rede, com três escolas polos, sendo uma na educação infantil e duas no ensino fundamental, além de alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Leia mais...

Prefeito e alunos de escolas do município de SBC, em evento de entrega dos Netbooks educacionais.

sábado, 4 de maio de 2013

Atividades diferenciadas para uma sala diferenciada

Há um desafio maior que diversificar no processo de alfabetização?

Entretanto, a eficácia do método é comprovada com o desenvolvimento individual de cada aluno. Para o educador a cada tafefa com as diferentes metodologias de ensino-aprendizagem os resultados são visivelmente satisfatórios.

Inclusão: teoria e prática

Podemos ser educadores, formadores de opinião e segregadores?

Educar requer do profissional a paixão. Mais que um cargo, nos faz norteadores de valores numa sociedade tão bombardeada por ideologias competitivas.
Destarte, o ensino, especialmente na educação inclusiva, requer do professor um olhar também especial, preparando os alunos para a aceitação e inclusão do direfente.
Dificil mesmo será aliar a teoria, tão utópica à pratica cotidiana, sem estruturas ou políticas públicas que auxiliem o professor nesta tarefa.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Um sonho realizado!

Neste semestre realizo um sonho: me aperfeiçoar num tema tão interessante, adquirindo vasto conhecimento que certamente será utilizado e prol de muitos. São imensas a experiências. Estou adorando o curso e sua temática. Parabéns pela iniciativa NIEE!

Curso de Formação Continuada em Tecnologias da Informação e Comunicação Acessíveis

O Curso a distância em Tecnologias da Informação e Comunicação Acessíveis, no âmbito da Universidade Aberta do Brasil – UAB, é oferecido gratuitamente pelo Ministério da Educação-MEC, através da Secretaria de Educação Especial - SEESP, e desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul- UFRGS, sob a coordenação do Núcleo de Informática na Educação Especial – NIEE e o Centro Interdisciplinar de Novas Tecnologias na Educação CINTED.
O curso visa formar professores de escolas públicas na perspectiva da Educação Inclusiva, com abrangência nacional, auxiliando-os no uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação Acessíveis e na construção de ações pedagógicas para o atendimento educacional especializado (AEE), com o objetivo de apoiar processos de aprendizagem e desenvolvimento de alunos com deficiências, nas respectivas unidades de ensino.
O curso terá duração de 180 horas apoiado pelos recursos e ferramentas do ambiente EAD do curso - espaços de interação e comunicação, materiais de apoio teórico e técnico-metodológico, recursos de software, videoconferência e vídeos. A organização curricular envolve seis módulos estruturados em forma de disciplinas, compreendendo a apropriação de conhecimentos sobre a diversidade humana, a Informática acessível com seus recursos de Tecnologia Assitiva, recursos de acessibilidade à Internet e a Web , recursos de software multimídia e objetos de aprendizagem acessíveis e Plano de Ação Pedagógica. Para cada componente curricular estão previstas, ações pedagógicas para a apropriação técnico-metodológica das tecnologias digitais de informação e comunicação acessíveis, bem como, conferências pela Internet, apresentando experiências com alunos especiais, mediadas por TICs e/ou demonstrações de Tecnologia Assistiva, sendo todos os vídeos com tradução para LIBRAS.